domingo, 25 de junho de 2006

E o corpo reclama...

De uns tempos pra cá meu corpo anda reclamando bastante.

Em fevereiro foi uma distenção na coxa, nada anormal pra quem pratica esportes. Em abril foi que começou o verdadeiro sofrimento com o joelho. Depois de alguns exames e visitas ao médico, foi diagnosticada uma tendinite na pata de ganso, semana que vem começo na fisioterapia.

Mas de lá pra cá tenho ficado constantemente resfriado, mais do que o normal. Deve ser por não estar mais fazendo exercícios como fazia, o pulmão não trabalha mais tanto quanto antes e ficou mais frágil. Semana passada também andei com umas reviravoltas no estômago, não sei se causada pela pizza média que comi sozinho ou se por causa do antinflamatório que estou tomando para o joelho, talvez pelos dois juntos. Sei que por causa do remédio fico cheio de aftas. Também ando sentido uma pontada na coluna, só espero que não seja nada mais grave. Talvez essa cadeira de casa onde fico no computador, que aprerta bem onde dói.

Agora me vem um terçol no olho direito. Será que isso é fase? Quem acredita nas energias pode dizer que a minha está baixa, ou que estou com urucubaca, hehehe. Só espero que isso passe logo.

segunda-feira, 19 de junho de 2006

De volta

Eita, mas não posso nem fazer um comentário!!! Caramba, é sempre assim, falo qualquer coisa e só recebo pedrada, mas tá bom...

Gostei de Brasília. Como qualquer pessoa que more em cidade litorânea eu sentiria falta da praia se fosse morar na capital federal. De resto não pareceu ser uma cidade ruim. E daí que os bares e boates fecham às 2hs da manhã, eu nem sou de sair de noite mesmo?

É uma pena a cidade ser tão associada à roubalheira que acontece no Brasil. Pela primeira vez senti como é ver algo que sempre se vê pela televisão mas está muito longe para ser visto ao vivo. O Cristo está ao alcance da minha janela e sempre vejo o Pão de Açúcar quando passo por Botafogo. Achei legal ver o Congresso, Palácio do Planalto, esplanada dos ministérios e outras construções.

A foto é de um edifício pouco conhecido de lá que é famoso por ser "suicidódromo" de pombos. Eles voam e não vêem que tem um vidro no meio do caminho. Confesso que esqueci o que o prédio é na verdade, mas é bonito.


domingo, 11 de junho de 2006

E...

E o que? Sei lá, estou aqui num domingo que começou com Sol assistindo a um clássico do futebol mundial, Angola x Portugal que no momento vemganhando por 1 x 0 magro feito no primeiro tempo ainda. Copa do mundo é bom mesmo para quem não é viciado em futebol, ver partidas exóticas, seleções bizarras se enfrentando. Infelizmente alguns dos melhores jogos não vou poder ver.

E fico aqui, escrevendo para ninguém nesse blog, tentando conversar com alguém pelo msn e sem arrumar texto decente ou interessante para ler na internet mas é difícil.

E o joelho doendo como sempre. Domingo de Sol e um monte de gente vira atleta, resolve fazer bem à saúde caminhando, correndo, andando de bicicleta. Amanhã quando voltarem do trabalho no final da tarde vão estar cansados demais e com preguiça para fazer isso. Se chover então é mais um motivo. Mas quinta tem feriado e se tiver sol o pessoal volta a fazer bem pra saúde depois de ter se empanturrado de salgadinhos no jogo do Brasil na véspera. E no domingo vai ser a mesma coisa, só que na ordem inversa, primeiro a caminhada e depois os salgadinhos.

Eu vou pra Brasília na terça, aproveitando que quarta não tenho aula no curso de formação e que arrumei uma estadia gratuita na capital. Volto no sábado à noite que foi a passagem mais barata. Só consegui a promoção de 25 reais na passagem de ida.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Computadores, essas máquinas maravilhosas...

Computadores vieram para tornar as nossas vidas mais fáceis e mais interessantes. Imaginem como as pessoas de vinte anos atrás viviam sem bisbilhotar a vida dos outros no Orkut ou sem falar com dezenas de pessoas ao mesmo tempo pelo MSN enquanto cada uma delas reclama da demora em responder? E mais, como elas viviam sem a emoção de ver seus trabalhos se apagarem diante de um vírus, de um programa pirracento, de um computador que se recusa a funcionar direito, sem lutar para colocar um componente ou periférico para funcionar.

Devia ser bem mais fácil alterar o texto de uma monografia mas ao mesmo tempo bem fácil perdê-la para alguém que roubou seu laptop, invadiu seu computador ou para o HD que resolveu pifar.

O resultado disso é que eu estou às voltas com praticamente tudo isso há quase duas semanas e sem muitas esperanças de que resolva tudo sem precisar chamar um técnico e morrer numa grana.

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