sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ozzy lives forever!



Sério, o cara tem 59 anos, tomou tudo quanto é droga que se pode imaginar e ainda consegue fazer um show e empolgar tanta gente daquele jeito! Acho que só cortando a cabeça mesmo!!

O show foi foda, perfeito, acho que só acresentaria "Perry Mason". Ainda tive a oportunidade de ver o cara cantando três clássicos do Black Sabbath, "War Pigs", "Iron Man" e "Paranoid". Juro, chorei com "War Pigs". Fiz umas fotos e gravações do show (finalmente o cartão de 4Gb que comprei pra câmera serviram) mas ficara toscas, alguns vídeos nem pro áudio serve direito porque a besta aqui fez o favor de tapar o microfone da câmera. Mas ainda me arrepia ouvir "Mr Crowley" e "War Pigs".





Ele me surpreendeu, aliás, a todos, ninguém imaginava que ele estaria com a voz tão boa, algumas vezes até suspeitei de playback mas esse não é o tipo de coisa que o Ozzy faria com o público (arriar as calças e mostrar, bunda e jogar água na galera sim). Ainda mais que ele nunca dublaria tão bem apesar de ter me surpreendido por não ter errado letra nenhuma.

O começo do show foi hilário com cenas de filmes e séries famosas com o Ozzy inserido como um dos personagens, como "Piratas do Caribe" ou "Lost", sempre escrachado, até vestido de mulher ou fazendo sexo oral com um homem de uns 200kg. Enquanto isso ele gritava dos bastidores incitando a platéia até sua aparição durante "Carmina Burana" de Carl Orff. A partir daí foi rock puro, hard rock com "I don't wanna stop", "Crazy Train", "Suicide Solution", e outras além das já citadas.

O guitarrista, Zakk Wylde, é uma figura à parte com um visual viking ano 2000. Loiro, cabelos longos, forte pra c..., uma barba gigante com um tipo de trança até a barriga e atitudes como bater no peito contrastando com o ventilador especialmente colocado para agitar sua cabeleira. Ele já havia feito a performance durante a apresentação de sua banda a Black Label Society, pesada e distorcida demais para o meu gosto. Aliás, ele soou assim durante o show do Ozzy também, exageradamente distorcido. E "terminou" sua participação jogando a guitarra na platéia e brigando com parte do público para reavê-la, quebrada. "Paranoid" terminou só no baixo, vocal e bateria por causa disso.


O local do show aliás é bom, a acústica é boa mas a localização é horrível, depois do fim do mundo, num autódromo que já não existe mais. Pelo menos não tive problemas pra voltar.

A grande maioria do público saiu extasiada, emocionada depois de ver o Senhor das Trevas ao vivo no Rio depois de 13 anos. Ele prometeu não demorar tanto para voltar mas será que ele volta mesmo?

Ah, teve gente que foi só pra ver Korn, mas o que é Korn mesmo?

3 comentários:

Magui disse...

O som é excelente mas as letras não gosto.Qt à personalidade dele..muito exibicionista com requintes de mal gosto.Mas o som é foda!

poetriz disse...

Particularmente não faz meu gênero musical, mas reconheço que Ozzy é o cara.

E Korn... bem... quem quer saber de Korn quando Ozzy está por perto? Até eu que sou mais tonta sei que perto do rei, o resto é plebeu.

Beth disse...

faltou-me grana para tantas coisa boa que pintou por aqui. Mas, queria ter assistido Dylan

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