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sábado, 22 de agosto de 2009

Aula de física e sobrevivência com o professor Murdock - Parte 2

Bom, eu falei sobre os riscos de choque elétrico no outro post mas ainda teve gente com dúvida...
Eu disse que um carregador de celular não mata ninguém, não precisam ter medo de usá-lo mas, claro, nada de misturar água com eletricidade!!!

Falaram do desfibrilador, aquele aparelho usado por médicos para a ressuscitação em paradas cardíacas. Bom, o coração funciona com impulsos elétricos, assim como qualquer outro músculo do corpo e o cérebro. Por isso, em certos casos de parada cardíaca (fibrilação) o desfibrilador é usado. A diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem então um choque certo, do jeito certo, no lugar certo, pode salvar ou matar. Em fisioterapia se usa um equipamento chamado tens que também dá pequenos choques nos músculos para ajudar na desinflamação. Mais uma vez, a diferença entre curar o músculo e torrá-lo está na forma como se usa a eletricidade.

Tem a questão do chuveiro elétrico também e isso é complicado. Já ouvi dizer, mas não tenho certeza, de que o Brasil é o único país em que se permite esse aparelho. Atualmente então, em tempos de consciência ecológica, é um treco que gasta muita energia. Eu acho perigoso sim, ainda mais porque dificilmente o aterramento é bem feito. Já repararam em um fio verde saindo dele e indo pra lugar nenhum? Então, é o fio terra, que deveria estar ligado no sistema de aterramento da casa, que geralmente não existe. O que se faz é prendê-lo no vergalhão da construção e às vezes até na própria tubulação, o que é mais arriscado. Em outros aparelhos em casa você vai ver esse fio verde indo pra lugar nenhum. Eu não gosto de chuveiros elétricos, justamente por misturarem água e eletricidade, por mais seguro que eles possam ser.

Espero que dessa vez eu tenha ajudado mais.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Pequenas idéias geniais

Quando eu estava na faculdade meu professor de eletrônica contou como ele e um colega desenvolveram, na sua época de faculdade, um pequeno dispositivo de sigilo telefônico. Comparado com os dipositivos da época o deles era bem pequeno e podia ser colocado dentro do aparelho. Foram tantos pedidos que eles contaram com a ajuda das mães para montar e no final já estavam mandando as peças junto com o manual de instruções. Se não me engano eles venderam uns 1000 dispositivos por 72 dólares cada um. Fizeram as contas? Pois é, meu professor disse que na época ele tinha a criatividade mas não tinha a experiência então usou o dinheiro pra comprar um carro, ir pra Disney e, aí sim, abrir sua empresa.

Hoje estava lembrando de dois casos simples e geniais ocorridos na internet e que deram certo. O primeiro, bem antigo, foi de um cara que precisava de grana para pagar sua faculdade, queria arrecadar US$ 1.000.000,00 - um milhão de dólares. Então ele criou a http://www.milliondollarhomepage.com/ , a dividiu um milhão de pedaços e vendeu cada um para propaganda por um dólar. Vejam lá se ele conseguiu.


Um milhão de dólares

Outro, mais recente, foi de um canadense que quis trocar um clip de papel por uma casa e conseguiu!! Em 14 trocas ele conseguiu sua casa e a história está no blog dele http://oneredpaperclip.blogspot.com . Tem aqui a história em português também: http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1066641-EI1141,00.html

Há anos eu tenho uma idéia mas não posso dizê-la se não roubam e não tenho como executá-la então acho que vai pro túmulo comigo. E você, usou sua criatividade pra que? Conhece alguma história do tipo?

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Computadores, essas máquinas maravilhosas...

Computadores vieram para tornar as nossas vidas mais fáceis e mais interessantes. Imaginem como as pessoas de vinte anos atrás viviam sem bisbilhotar a vida dos outros no Orkut ou sem falar com dezenas de pessoas ao mesmo tempo pelo MSN enquanto cada uma delas reclama da demora em responder? E mais, como elas viviam sem a emoção de ver seus trabalhos se apagarem diante de um vírus, de um programa pirracento, de um computador que se recusa a funcionar direito, sem lutar para colocar um componente ou periférico para funcionar.

Devia ser bem mais fácil alterar o texto de uma monografia mas ao mesmo tempo bem fácil perdê-la para alguém que roubou seu laptop, invadiu seu computador ou para o HD que resolveu pifar.

O resultado disso é que eu estou às voltas com praticamente tudo isso há quase duas semanas e sem muitas esperanças de que resolva tudo sem precisar chamar um técnico e morrer numa grana.

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