Então, lá estava eu no cruzeiro, pouco depois de ter recebido o CD "Äio" do Mestatöll que comprei e toda vez que eu olhava o mar lembrava da música que abre o disco, "Ema Hääl Kutsub" (A Voz Materna Está Chamando). Então fiz algumas filmagens, juntei com a música e deu no vídeo abaixo.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
No mar
Então, lá estava eu no cruzeiro, pouco depois de ter recebido o CD "Äio" do Mestatöll que comprei e toda vez que eu olhava o mar lembrava da música que abre o disco, "Ema Hääl Kutsub" (A Voz Materna Está Chamando). Então fiz algumas filmagens, juntei com a música e deu no vídeo abaixo.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
A Lei de Darwin
Há alguns anos um grupo de pessoas notou o crescente nível de estupidez da humanidade e ficou alarmado pois isso poderia nos levar de volta à idade das cavernas. Alguns poucos eram responsáveis por manter um número cada vez maior de estúpidos e manter o nível intelectual e tecnológico da humanidade condizente com a era em que vivíamos. Algo precisava ser feito e foi criada a Lei Universal de Darwin, homenagem ao pai da Teoria da Evolução. A idéia era simples: eliminar pessoas perigosas para o avanço da humanidade por causa de sua estupidez. Como o Prêmio Darwin, que "premiava" pessoas que causavam sua própria morte de maneira estúpida ajudando desta forma a seleção natural da espécie, a Lei Darwin daria uma forcinha nessa seleção, extinguindo indivíduos que não cuidassem disso por conta própria. A Lei prefere o termo extinção, por motivos óbvios.Para isso são selecionadas pessoas ao redor do mundo, não necessariamente as mais inteligentes, mais ricas ou mais famosas, muitos ricos e famosos aliás se enquadraram nessa nova lei e foram extintos. Os candidatos se submetem a testes rigorosos e se tornam Darwin Officer, DO, com autorização para julgar e executar a Lei Darwin em qualquer lugar. A punição por essa lei pode ser uma reeducação ou a extinção. A contestação da decisão de um DO pode ser punida imediatamente dentro da própria Lei de Darwin. Para evitar abusos, os julgamentos de um DO são analisados posteriormente e ele pode ser punido caso este tenha sido mal feito. Se, no momento de uma extinção, alguém protesta se dizendo parente, especialmente filho, do indivído extinto, corre sério risco de sofrer a mesma pena pois a Lei visa que esses indivíduos não proliferem sua estupidez, seja por meio genético ou educacional.
Outro dia eu voltava para casa e no ônibus vi um caso em potencial. Um indivíduo ouvia uma versão extremamente irritante, com uma voz esganiçada, de uma música pop do momento. A qualidade da música não era questionável mas prossegui a análise. Alguém tem que ser muito estúpido para fazer aquela versão, outro mais estúpido ainda para baixá-la e mais ainda para colocá-la no celular para ouvir. E, para piorar, esse indivíduo o fazia em local público e fechado, obrigando outros a ouvirem também e em um ambiente em que é proibido a utilização de aparelhos sonoros. Não havia dúvidas, era um caso a se aplicar a Lei. Ato contínuo, saquei minha arma e extingui o indivíduo com dois tiros certeiros na cabeça, de forma a não atingir mais ninguém. Ao começarem protestos exibi meu distintivo de DO e todos se acalmaram. A polícia foi chamada para averiguação como sempre e fiz meu dever para a Humanidade mais uma vez.
PS: Isso tudo é ficção e se você não percebeu isso, cuidado para não ser enquadrado na Lei.
PS2: Ontem li que a enfermeira da foto que publiquei outro dia faleceu. O jornal, como boa fonte de informação, disse que o marinheiro nunca foi descoberto o que é uma estupidez já que ele foi encontrado para refazer a foto anos depois.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Nada demais para contar
A volta foi um saco, mesmo deixando para voltar na tarde da quarta-feira, tive a sorte de pegar engarrafamento em Petrópolis, sendo que eu já tinha ficado parado por uma hora na estrada quando o pneu do ônibus estourou. Aliás, a empresa que faz o trajeto, a Útil, tem um "ótimo" procedimento para atender a essas ocorrências: o motorista pede socorro à garagem e coloca os passageiros na beira da estrada, faz sinal para os ônibus que estão indo para o mesmo destino e coloca lá dentro quantos couberem. Nisso você espera sua vez e nada de chegar socorro ou transporte extra. Isso sem falar que o espaço para o banco da frente é pequeno e o apoio dos pés só serve para quem tem menos de 1,70m de altura. Eu, com meu joelho podre, sofri mais ainda sem ter um jeito confortável para colocar as pernas. Junte a isso o fato de que o banco mal reclinava e dá pra imaginar o conforto que foi. Mas eu sei que muita gente teve retorno pior do Carnaval.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Pré-Carnaval
Ontem o Suvaco fez seu 25º desfile e certamente foi o único bloco que fui esse ano. Enjoei das músicas repetidas, as mesmas marchinhas e mesmos sambas antigos. Cansei da muvucada, do povo suado e bêbado, do Sol na cabeça. Agora surge um monte de blocos que os caras fazem para se divertir com os amigos e por isso não divulgam horário nem lugar do desfile, que fiquem em casa então! Essa dos horários me broxou também. E nem venham me dizer que estou sendo chato ou velho, afinal, eu já ficava aqui quando todo mundo ia pra Maromba, Sana, Trindade, Ilha Grande, Ouro Preto, Salvador, Recife, Olinda ou o que seja. Eu vi e de certa forma participei da retomada do carnaval de rua do Rio, indo atrás até de blocos com "carros de som" adaptados em lixeira, desfilando na ciclovia da praia ou dando a volta no quarteirão.
Esse ano eu vou pra uma cidade praticamente sem carnaval, Juiz de Fora. Lá tem coisa muito melhor pra mim porque depois de quatro anos solteiro, foi lá que arrumei uma namorada.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Porque eu sou esquecido
E outra coisa bem legal que trouxe do cruzeiro foi esse bichinho do vídeo que eu dei para minha mãe. Ganhou o nome de Giuseppe e está fazendo sucesso por onde vai.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cruzeiro
Foi uma experiência nova e curiosa. Era um cruzeiro com base em Buenos Aires então a grande maioria dos passageiros (uns 2000 dos 2394) eram argentinos. Antes que digam "eca, argentinos" eu falo logo que não tive problema nenhum eles, não há nada de diferente de um grupo de brasileiros. Os problemas que tive com os outros passageiros, seriam os mesmo que teria com brasileiros. Em compensação, com as argentinas, fui mais bem recebido do que sou com as cariocas.
Saímos do Rio no domingo a noite, depois do pessoal que estava a bordo aproveitar o dia na cidade. No dia seguinte estávamos em Ilhabela, litoral norte de SP. Maravilha, passamos meio dia lá, numa das praias. A essa altura eu já tinha me apaixonado por uma argentina.
Depois de um dia de navegação, sentimos o mar mais agitado, o navio balançando mais. As piscinas ficaram mais vazias para não transbordarem com o balanço. Como resultado disso, paramos em Montevidéu ao invés de Punta del Este como estava programado. Essa mudança era prevista em caso de mau tempo. Infelizmente dia 6 de janeiro é feriado e não tinha muito para ver na cidade, nem ficamos muito tempo.
Quinta-feira foi de passear em Buenos Aires, compras, pontos turísticos, tango, Bombonera, Puerto Madero, El Caminito, muita caminhada e na saída, o melhor pôr-do-Sol que vi durante o cruzeiro.
Dois dias de navegação, um pouco de mau tempo, um dia inteiro na piscina que me deixou com um bronzeado levemente malhado. Chegamos a Ilha Grande no domingo, fizemos um passeio de traineira. O lugar está vazio e o pessoal tá passando sufoco por falta de turista. Pô, galera, dá pra ir pra lá sim, as coisas já estão normalizadas, minha mãe passou 7 dias em Trindade.
Último dia de cruzeiro, Búzios. Passamos de carro alugado por praias e mirantes, ficamos na Ferradura. Ao final do dia, rumamos para o Rio de Janeiro.
A última noite eu passei em claro para poder ver a chegada ao Rio e o nascer do Sol, valeu a pena.
O navio tem atividades o tempo todo, às vezes eu achava até demais. Queria ficar sossegado na piscina mas a toda hora era jogo, dança, brincadeiras, bingo! E sempre as mesmas músicas... De dia, axé, a noite, músicas argentinas, acho. Reggaetown e rumbia. O foda é que eram sempre as mesmas músicas, todos os dias, em todos os lugares! No início eu estranhei, depois curti, no final enjoei!
Comida o tempo todo, fiquei com medo de engordar mas consegui a proeza de não engordar nada. Ok, nem sempre a comida é apetitosa, mas tem doces, hamburgueres e pizza à vontade. E sempre se tem algo para fazer, seja participar das brincadeiras, assisti-las, jogar no cassino ou ficar à toa em algum canto, como o spa com hidromassagem e sauna.
Era difícil fazer amizades por causa da língua, mesmo assim consegui conversar com alguns argentinos e conhecemos alguns brasileiros muito gente boa, passageiros e gente da tripulação.
Enfim, eu recomendo e faria outro fácil, agora mesmo. Mas, sem as mesmas músicas!
terça-feira, 2 de junho de 2009
Paranapiacaba!
Mas, onde diabos fica Paranapiacaba?! Acho que foi onde Judas sentiu frio na bunda... Antes ele perdeu as botas, as meias, as calças, a cueca e aí bateu um vento e ele sentiu frio, então viu que estava em Paranapiacaba! No meio da neblina!!
Exagero, a cidade fica só a uns 40km de São Paulo mas pra chegar lá é que são elas. Vou dizer o que eu fiz e o que me disseram pra fazer, só pra vocês sentirem a emoção.
Peguei um táxi até o Galeão (eu tinha conseguido passagem barata) e lá um avião até Guarulhos. Do aeroporto de Cumbica, peguei um ônibus até a estação do Tatuapé (olhem bem o nome desse bairro. Alguém já viu tatu de carro??). De lá eu pretendia pegar um metrô até a Luz mas peguei um trem até o Brás e de lá outro trem até Rio Grande da Serra. Em Rio Grande eu ia pegar uma van mas cheguei atrasado e peguei um ônibus até Paranapiacaba. Na cidade ainda andei um bom pedaço até chegar no meu destino.
O que tinham me ensinado era pra ir do aeroporto até o terminal do Tietê, de lá ir de metrô até a Luz e aí sim, pegar o trem até Rio Grande da Serra.
Quer dizer, facinho chegar lá, você pega um táxi, avião, ônibus, metrô, trem, van, anda mais um pouco e pronto, PARANAPIACABA!! Chegar lá é uma vitória tão grande quanto conseguir falar o nome da cidade!
E lá, frio do jeito que eu gosto com direito a neblina e noite com vinho (pra quem gosta) e massas. E fotos, claro, muitas fotos. Fiz três oficinas, assisti palestras, conheci mais pessoas, todas loucas, claro, se não nem tinha graça. Confesso que tirei poucas fotos, e tem algumas aí pra vocês verem.
Tenho que dar os parabéns pro pessoal que organizou e fez algumas das oficinas como o Ulisses, Alexandre, Tammy e, claro, nossa presidente, Fabíola MedeiroS!!
Além dos modelos que foram foda nos ensaios também.
Oficina de Dramaturgia Fotográfica
Direção: Alexandre Grand
Modelos: Lika Novais e Daniel Renda
Oficina de Dramaturgia Fotográfica
Direção: Alexandre Grand
Modelos: Lika Novais e Daniel Renda
Oficina de Arte e Olhar Fotográfico
Direção: Fabíola Medeiros
Modelo: Lika Novais
Clube Lyra, Paranapiacaba
Parte da galera do Grupo FriendS
Na volta eu ainda fiz um mini diário de viagem, quem quiser ler:
Na parada de ônibus em Paranapiacaba, 14:30. O ônibus só sai para Rio Grande da Serra às 15hs. estou suado e cansado mas minha viagem de volta nem começou. Com sorte eu chego em casa antes das 22hs.Cheguei em casa às 21:30, quase 7 horas de viagem. Quando eu fui, levei uma hora pra sair do aeroporto porque era voo internacional.
16:50 - Pegando o ônibus no Tatuapé para Cumbica. Vim de trem com o Ernani e a Stela
17:48 - Aeroporto de Guarulhos. Check in feito, sentado para lanchar um beirute (simples), pão de queijo (simples) e café com leite médio (17,70)
18:24 - Sala de embarque. Encrencaram com o meu tripé, tive que despachar como bagagem restrita
Mas tudo valeu a pena, mal posso esperar pelo próximo!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Férias que acabaram
Aproveitei para fazer umas viagens, descansar e, claro tirar fotos. Conheci Guarujá, Paquetá e Salvador. Ainda teve casamento e aniversário, isso em 15 dias... Agora o ano já acabou e estou pensando no que faço com a outra metade das férias em fevereiro. E, confesso, não ando animado com Carnaval no Rio...
E, finalmente, depois de 4 meses eu posso desfazer minha mala. Ela passou esse tempo todo no canto do meu quarto sempre com alguma roupa prestes a pegar a estrada. Nesses quatro meses só passei UMA semana inteira em casa, quero um pouco de sossego agora.
Aí uma mostra das fotos que andei tirando. Mais no meu Flickr.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Angra é uma merda
E eu estou aqui a trabalho pelas próximas semanas. Coisa light, tipo, 10, 12 horas por dia.
Pelo menos o hotel é bom mas nem dá pra aproveitar a piscina. Claro, o tempo em Angra é uma merda também.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Wheels of Confusion
Viajei, depois de anos aceitei ir na casa de um amigo pro aniversário dele e acabei me aborrecendo lá. Ele não teve culpa mas, mais uma vez achei um lugar onde não me encaixo. Será que vou achar algum que eu me encaixe?
Por isso tudo, vai aí uma porradinha no estômago, cortesia de Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, o Black Sabbath.
Wheels of Confusion
Long ago I wandered through my mind
in the land of fairy tales and stories
Lost in happiness I had no fears
Innocence and love was all I knew
was it illusion?
Soon the days went passing into years
Happiness just didn't come so easy
Life was born of fairy tales and daydreams
Innocence was just another word
was it illusion?
Lost in the wheels of confusion
Running through furnace of tears
Eyes full of angered illusion
Hiding in every ???
So I found that life is just a game
But you know there's never been a winner
Try your hardest, just to be a loser
The world will still be turning when you're gone
yeah when you're gone!
Pra quem quiser ouvir:
http://www.youtube.com/watch?v=tQ_FIrOrYrs
terça-feira, 17 de junho de 2008
1206
O meu, como vocês devem saber, foi em Jaraguá do Sul, longe pra cacete de casa e de todo mundo que eu conheço. Hotel é aquilo, cobra uma fortuna por cada ligação então nem tinha para quem ligar e também não tinha o que fazer na cidade. Saí para jantar no shopping e só tinha casais, impressionante, sem falar no frio que estava na rua, o melhor era ficar no meu quarto mesmo. Pelo menos estava com o notebook e a internet lá era liberada então deu pra bater um papo.
Mas eu já estou acostumado, até hoje só passei um dia dos namorados acompanhado, foi por acaso e nem éramos namorados. Fora isso só uma vista rápida no estágio enquanto eu chegava e minha namorada na época saía (alguém lembra de "Feitiço de Áquila"?), foi a única vez que ganhei/dei presente. E teve minha namorada de SP mas ela era de SP e eu do RJ.
Nesse último dia 12 ainda pensei em mandar mensagem para a garota com quem estava saindo mas sabia que não seria boa idéia. Na sexta, quando cheguei no Rio, nos falamos por telefone e acabou-se tudo. Como ela já estava decidida a fazer isso, mandar a mensagem seria mesmo uma má idéia.
Mas, na boa, pelo que vi e me disseram, dia dos namorados é um dia terrível para sair com a namorada, fica tudo cheio. Como não moro sozinho, até em casa ficaria difícil fazer algo (se bem que a gente dá sempre um jeito, já dei dinheiro pra minha mãe ir tomar uma com os amigos e me deixar com minha namorada uma vez). Além do mais, essa é mais uma data comercial criada pra ganhar dinheiro, imagina um na véspera de uma sexta 13? Se bem que meu namoro mais duradouro começou em um sábado 14... de agosto.
sábado, 14 de junho de 2008
5 horas
Foi o tempo que demorei da fábrica da Weg até dentro da minha casa entre trajetos de táxi e avião e espera no aeroporto. Até que foi rápido.
Em Jaraguá passei frio, comi joelho de porco e outras comidas típicas alemãs, passei um frio brabo, vi um shopping só com casais (de vários tipos). Aliás, no meu primeiro dia lá dei de cara com um daqueles amigos do Ronaldo, de cabelo (peruca?) loira escorrida e gorro cor-de rosa. Jaraguá tem um trânsito estranho, você não sabe pra onde os carros vão. E, vamos combinar, Breithaupt não é um nome muito bom para um shopping.
É uma dessas cidades que crescem em volta de uma indústria mas, como é no Sul do Brasil, cresceu organizada, continou arrumada e bonitinha, ao contrário das do Rio, por exemplo, que ficaram uma merda.
Agora devo dar uma sossegada por aqui, colocar umas coisas em dia, resolver pendências, essas burocracias comuns da vida.
A foto é do rio Itapocu em Jaraguá do Sul.
sábado, 7 de junho de 2008
Hotéis
Cobram exageradamente por qualquer coisa que você consuma lá, uma ligação de 2min, local, pra celular, sai por 10 reais! Você liga perguntando se paga pra usar a academia e te dizem que é de graça mas na hora H te cobram 30 reais por dia de uso. E as taxas?
Na boa, você já paga a diária, pra que cobrar taxa por tudo? Da última vez em SP quiseram me cobrar 6 reais por dia de taxa de turismo, TAXA DE TURISMO!!! Na boa, pra ser turista agora tem que pagar? E indo a trabalho, paga também?!?! Reclamei e tiraram, quer dizer, não precisam daquilo realmente, não é um serviço, só uma tentativa de ganhar um a mais, lambem o selo, se colar, colou.
Os direitos do consumidor falam alguma coisa sobre isso?
terça-feira, 3 de junho de 2008
Viagem de novo
Não, não vou pra Florianópolis! Por que quando falo que vou pra SC as pessoas pensam logo em Floripa? O estado é enorme e eu vou lá pra dentro, Jaraguá do Sul, a trabalho, claro, por mais uma semana. Talvez volte mais cedo dessa vez mas vai ser uma viagem longa, vôo até Curitiba e duas horas de carro até Jaraguá.
Vai ser um trabalho interessante e vou para uma cidade que nunca iria se não fosse a trabalho. Pena que de tanta gente que conheço pela internet ninguém mora lá!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
De volta ao Rio
Sem falar nas filas no aeroporto, pra embarcar, pra pegar táxi e mais uma hora de ônibus até em casa depois que se desiste do táxi por causa do trânsito e da chuva.
E foi assim, levando umas 6 horas da saída do curso até a chegada em casa que eu voltei pro Rio.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
E eu não paro...
Estou me sentindo cansado hoje, apesar do feriadão. Viajei, coisa que raramente faço, a viagem foi boa, Angra com passagem por Paraty e Trindade (depois coloco umas fotos no Flickr) e nem sempre a gente descansa em viagens. Não sei se foi isso, se foi porque dormi muito tarde ontem, se por causa da bagunça que minha vida tem sido nas últimas semanas ou por algum outro motivo, cansaço mental, emocional talvez.
Hoje a noite lá vou eu para São Paulo, só volto na sexta. Passo uma semana aqui e em junho vou para Santa Catarina, Jaraguá do Sul, tudo a trabalho.
Acho que sou de um tipo de pessoa que renova as energias em casa mesmo, preciso passar um tempo na minha casa, junto das minhas coisas pra realmente descansar. Mas vou aproveitar esses dias na capital paulista para pensar em algumas coisas e, se possível, rever alguns amigos. A propósito, não sou dos cariocas que odeiam São Paulo, até gosto de lá mas não moraria. O trânsito e a distância da praia não me fariam bem.
Pensar é mesmo complicado, tem coisas que quanto mais a gente mexe, mais fede, outras a gente resolve raciocinando. Infelizmente nem tudo é como os cálculos com que me acostumei na faculdade e que costumam assutar o pessoal. Ali a coisa é exata, existe uma lógica mas, para a maioria das coisas que nos cercam essa lógica não existe, ou não foi descoberta. Acho que preciso de ajuda para pensar sobre certas coisas mas parece que, no fundo (ou nem tão no fundo assim), já tenho minhas respostas.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Professoras
Acho legal encontrar antigos professores, acho que eles se sentem orgulhosos de ver como estão os alunos, parte do seu trabalho. Mandei fotos minhas com amigas do colégio para a filha de outra professora dessa época.Recentemente duas diretoras do colégio em que estudei da 1ª à 4ª série me encontraram no Orkut!!
Fiz um post no Amadores FC sobre a posição que mais ocupei no futebol, dêem uma olhada.
segunda-feira, 19 de junho de 2006
De volta
Gostei de Brasília. Como qualquer pessoa que more em cidade litorânea eu sentiria falta da praia se fosse morar na capital federal. De resto não pareceu ser uma cidade ruim. E daí que os bares e boates fecham às 2hs da manhã, eu nem sou de sair de noite mesmo?
É uma pena a cidade ser tão associada à roubalheira que acontece no Brasil. Pela primeira vez senti como é ver algo que sempre se vê pela televisão mas está muito longe para ser visto ao vivo. O Cristo está ao alcance da minha janela e sempre vejo o Pão de Açúcar quando passo por Botafogo. Achei legal ver o Congresso, Palácio do Planalto, esplanada dos ministérios e outras construções.
A foto é de um edifício pouco conhecido de lá que é famoso por ser "suicidódromo" de pombos. Eles voam e não vêem que tem um vidro no meio do caminho. Confesso que esqueci o que o prédio é na verdade, mas é bonito.
domingo, 11 de junho de 2006
E...
E fico aqui, escrevendo para ninguém nesse blog, tentando conversar com alguém pelo msn e sem arrumar texto decente ou interessante para ler na internet mas é difícil.
E o joelho doendo como sempre. Domingo de Sol e um monte de gente vira atleta, resolve fazer bem à saúde caminhando, correndo, andando de bicicleta. Amanhã quando voltarem do trabalho no final da tarde vão estar cansados demais e com preguiça para fazer isso. Se chover então é mais um motivo. Mas quinta tem feriado e se tiver sol o pessoal volta a fazer bem pra saúde depois de ter se empanturrado de salgadinhos no jogo do Brasil na véspera. E no domingo vai ser a mesma coisa, só que na ordem inversa, primeiro a caminhada e depois os salgadinhos.
Eu vou pra Brasília na terça, aproveitando que quarta não tenho aula no curso de formação e que arrumei uma estadia gratuita na capital. Volto no sábado à noite que foi a passagem mais barata. Só consegui a promoção de 25 reais na passagem de ida.
domingo, 23 de abril de 2006
A volta do meio do mato
Fui preparado para ralar e disposto a tornar a situação mais real, com pouca coisa que me desse conforto e que pesasse muito nas costas. Algo que me preparasse para duas noites de frio.
No geral o feriado foi bom, com exceção das caminhadas sob o Sol (mais de duas horas carregando vários quilos nos ombros com o Sol na cabeça não é bom) e das noites de "sono". Dormir em cima de um chão duro e irregular com raízes de árvores nas costelas definitivamente não faz bem. Mas beber água fresca direto do riacho e tomar banho ali depois do calor faz bem sim. Catar lenha pra fogueira e depois assar salsicha nela faz bem também. Ficar de noite contando piadas e acordar com o amanhecer também é bom.
Não houve stress, ninguém se aborreceu com ninguém, só um vacilo ou outro mas nada que estragasse a viagem.

