quinta-feira, 27 de abril de 2006

Marido e amante??

Ela o amava mas ele não tinha dinheiro. Isso não era de todo ruim, mas também não era bom. Queriam viver juntos mas sem dinheiro realmente não dava para casar e eles queriam se casar. Então apareceu ele, o outro e o outro tinha dinheiro.


Era uma equação incomum mas de fácil solução. O titular passaria a ser o outro, pois ela o amava e o outro poderia ser o titular. E corno. De início seu noivo não gostou da idéia, dividí-la com outro homem, mas ela o convenceu, seria cômodo, ela poderia ser fria com o outro, inventar dores de cabeça, afinal, ele seria o marido e marido mesmo só atura. Ainda mais um marido apaixonado como este era.


Casaram e claro que no início ela não podia ter dores de cabeça, até a Igreja Católica anula um casamento não consumado. Então seu mundo pareceu cair, o plano ir por água abaixo!! O marido era melhor do que o amante!!


Como pode? O marido, por definição, é um chato, ruim de cama, broxa, enquanto o amante é sarado, Ricardão, bom de cama! O marido dela estava fazendo tudo errado dando-lhe as melhores noites de sexo de sua vida enquanto com o amante era tudo monótono. Mas ela o amava, e o marido tinha dinheiro, além de um corpo em forma. Ele tinha músculos e seu amante tinha barriga!


Não, isso não estava certo, definitivamente! Sexo ruim com o homem que amava, o outro, e sexo selvagem, variado, com o marido, o corno, o otário da história. Ela se via sem vontade de dizer que tinha dores de cabeça e acabou dizendo ao outro, o que ela gostava, o verdadeiro amante, que andava indisposta. Até de gravidez ela dizia suspeitar e isso assustou e animou o amante. Mas ela não sabia se o filho seria dele ou do outro, quer dizer, do marido! Diabos, ela mal sabia dizer quem era o marido e quem era o amante na história! Por que seu marido tinha que fazer tudo tão bem feito? Por que não se contentou com o papel de corno manso? Ela estava ficando extremamente confusa até que as coisas se clarearam! Descobriu que o marido tinha outra!!


Foi por acaso e a dúvida se confirmou. No início ela se pegou com ciúmes, ela não deveria ter ciúmes de um homem de quem não gostava por mais que gostasse de transar com ele, mas logo viu que a situação seria boa. Ela poderia usar isso para se separar do marido e conseguir uma boa grana na separação, fugir dele e se casar com seu amante amado, barrigudo e ruim de cama.


Infelizmente o marido estava um passo a frente: ele já sabia de seu outro. Mostrou fotos, disse que se ela se separasse sairia sem nada. Mas por que continuar casada com alguém que não gosta de você se você tem até uma amante! Ora, por que você é bem melhor de cama do que ela!


Pronto, agora nada mais fazia sentido. Ela deve ter ficado uns quinze minutos sem piscar olhando para a cara dele tentando entender o que acontecia. Calma, querida, ela não é fixa, nenhuma delas nunca foi, ao contrário do seu. Elas? Como elas? Eu sou corna de várias? Não faça essa cara, deite e descanse, à noite nós conversamos.


Ela bem que tentou deitar mas os olhos não piscavam, foi melhor ver seu amante. Amante!?! Desgraçado, ele tem uma amante!! Como, uma amante? Agora eu sou chifrada de todos os lados? Era eu quem chifrava, o marido com o amante, o amante com o marido bom de cama, e agora todo mundo me trai! Só falta agora meu marido levar meu amante para a cama!! Claro que não, você sabe que eu não gosto disso, nem brinca com uma coisa dessas! Então me explica aquela vagabunda!! Você anda muito distante, ela surgiu, carinhosa, atenciosa, boa de cama...

domingo, 23 de abril de 2006

A volta do meio do mato

Acampar pode ser legal e um treinamento no meio do mato também.

Fui preparado para ralar e disposto a tornar a situação mais real, com pouca coisa que me desse conforto e que pesasse muito nas costas. Algo que me preparasse para duas noites de frio.

No geral o feriado foi bom, com exceção das caminhadas sob o Sol (mais de duas horas carregando vários quilos nos ombros com o Sol na cabeça não é bom) e das noites de "sono". Dormir em cima de um chão duro e irregular com raízes de árvores nas costelas definitivamente não faz bem. Mas beber água fresca direto do riacho e tomar banho ali depois do calor faz bem sim. Catar lenha pra fogueira e depois assar salsicha nela faz bem também. Ficar de noite contando piadas e acordar com o amanhecer também é bom.

Não houve stress, ninguém se aborreceu com ninguém, só um vacilo ou outro mas nada que estragasse a viagem.


quinta-feira, 20 de abril de 2006

Acampamento

A única vez que acampei foi quando era escoteiro em 1990. Foi no feriado de 7 de setembro e eu passei praticamente quatro dias cozinhando.

Amanhã bem cedo estou indo para Magé em um mini treinamento de sobrevivência na floresta da academia. Volto no domingo.

terça-feira, 18 de abril de 2006

Aniversário

Acreditem. Apesar de ter juntado uma boa quantidade de pessoas queridas, algumas até que não contumam aparecer e de ter comemorado bem meu aniversário não estou me sentindo bem com a nova idade.

É isso mesmo, me sinto velho.

terça-feira, 11 de abril de 2006

Semana curta

Ontem foi o primeiro dia conturbado na Petrobras. Complicado dizer que foi de trabalho quando as primeiras três semanas vão ser de palestras e o primeiro ano de curso. Depois sabe-se lá pra que cidade do Brasil eu vou ser mandado...

Alguém que não vá viajar no feriado está afim de ir na comemoração do meu aniversário (que eu nem sei quando ou onde vai ser)?

Essa foto mostra porque o pessoal de Furnas me sacaneou dizendo que eu estava chorando por sair. Isso menos de 24hs depois da cirurgia.


sábado, 8 de abril de 2006

Adeus óculos

Eu não sou uma pessoa dada a mudanças mas esse mês vai ficar marcado por duas grandes.


Uma é a mudança do emprego que vou ter para o resto da vida. Até há pouco tempo seria em um lugar, agora será em outro. Até o lugar e o trabalho que farei podem sofrer mudanças drásticas.


A outra grande mudança foi a cirurgia para a correção da miopia que fiz. Muita gente diz que eu tinha pouco grau para operar (2,25 no direito e 2,00 no esquerdo) mas será que eu precisava esperar até ficar com um fundo de garrafa? E se o grau nunca mais aumentasse, como seria? Óculos é óculos, não importa o grau, a gente tem que usar e atrapalha do mesmo jeito. E lente não é a mesma coisa.


Na foto, os óculos que usei ao longo de 15 anos e duas das lentes de contato que tive.


terça-feira, 4 de abril de 2006

É complicado

Aquela dúvida eterna de quem escolhe a profissão de decidir entre realização profissional ou dinheiro vira e mexe volta à nossa cabeça.

Eu agora estou passando por isso mas já me decidi. No momento tenho uma chance de me realizar profissionalmente, ser conhecido no meu setor mas dificilmente isso retornará em dinheiro.

Para onde vou terei mais dificuldades porque nem sei que tipo de trabalho vou fazer. Em compensação tenho chances de ter reconhecimento profissional, mesmo que em área distinta à minha e terei reconhecimento financeiro.

Não adianta, uma hora a gente vê que o dinheiro pesa muito sim.


domingo, 2 de abril de 2006

Banho de gato

Esse é um conto antigo, da época que eu tinha criatividade e vontade para isso. É de junho de 2003 e quem leu na época gostou. Já tem muito tempo que não escrevo nada do tipo.


Banho de Gato

Você sabe como eu gosto das preliminares, não é? Sabe como eu fico louco ao olhar para você e ter você sob o meu corpo enquanto eu beijo sua boca. Nós dois nos abraçando, com pouca roupa na cama, enquanto eu beijo sua boca. Minha língua vai descendo até sua orelha, passa pelo seu pescoço, tão quentinho e macio... nunca resisto e dou uma mordida. Ou duas... Vou descendo minha língua por ele até o seus ombros. Beijo...

Beijos seus braços, suas mãos... Adoro te beijar... Beijo seu colo... Se ainda tiver algoque me impeça, eu tiro, para poder ver bem os seus seios... tocá-los com as mãos antes de tocá-los com os lábios... Você sabe que eu adoro beijar seus mamilos, passar minha língua em volta deles, sugar... Sempre dou mordidas de leve... com carinho... Gosto quando eles ficam durinhos e você geme enquanto acaricia meus cabelos. Pena só poder beijar um de cada vez, mas sempre passo os dedos no que ficou sozinho até que eu vá beijá-lo também... Aperto, brinco com seus biquinhos de leve... Minha língua vai descendo pelo seu corpo, seguindo até sua barriga... Beijo sua cintura, dou mordidas nela...

Minha língua passeia pela sua barriguinha até encontrar seu umbigo. Ela brinca nele... Você enrosca suas pernas em mim, passa seus pés nas minhas costas, tenta me empurrar para baixo... Às vezes você é impaciente, quer apressar as coisas, mas eu gosto de te provocar assim... Gosto quando desço mais um pouco e encontro sua calcinha... Te beijo por cima dela, lambo seus quadris... Seguro sua calcinha com os dentes e vou tirando, devagar... esfregando meu rosto pela sua perna... Suas pernas tão macias... Te deixo nua, volto a te beijar... Pego seus pés, macios, bem-cuidados... começo a beijá-los... Beijo cada dedinho, passo a língua nele, te faço cócegas... Mordo seu calcanhar macio, lambo seus tornozelos... Vou subindo de volta pelas suas pernas, beijando sua panturilha, lambendo cada centímetro, sentindo sua pele macia e quente, acariciando suas coxas... Beijo seus joelhos, suas coxas... minha boca vai subindo devagar, chegando cada vez mais perto...

Sinto seu cheiro... Beijo suas virilhas, passo a língua nelas... sinto seus pelos no meu rosto... chego mais perto... Começo a beijá-la, percebo como está molhada... passo minha língua pela entrada dela, sinto seu gosto... Minha lingua a percorre de baixo a cima, devagar... desce de novo e sobe mais rápido... Minhas mãos acariciam suas pernas, sua barriga, seus seios... Minha boca a beija como se fosse sua boca... Chupo... Lambo seu clitóris, beijos, chupo de leve... um pouco mais forte... Passo minha língua por ela de novo... coloco um pouco lá dentro... úmido, quente... Ouço seus gemidos, suas pernas nas minhas costas...

Gosto de te ver assim... Minha língua brinca com você... Eu te viro de bruços... Beijo suas coxas por trás, acaricio sua bunda... aperto... Me proximo dela e começo a beijá-la... Você sente minha língua quente passeando por ela... de baixo até em cima... Ela vem descendo pelo meio, te fazendo cócegas, te fazendo gemer... Você gosta... Vou descendo até ele... Você gosta também... Minha língua brinca nele enquanto eu acaricio sua bunda... redondinha... Assim eu posso lamber os dois... ela e ele... Você se empina para mim, rebola, se contorce, geme... Eu te lambo... Vou subindo novamente pelas suas costas, te beijando, sentindo o gosto da sua pele... Passando meus lábios pelo seu corpo até chegar à sua nuca... Você gosta quando eu me deito sobre você assim, não é? Você sempre mexe sua cintura enquanto eu também empurro meus quadris contra seu corpo e beijo sua nuca, lambo suas orelhas por trás... Mordo seu pescoço, suas orelhas... Quase chegamos ao êxtase assim, colados um no outro...

Mas essas são só as preliminares...

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