Já fui em quatro blocos, tive meu celular roubado e ainda nem é carnaval...
Aliás, sabem por que roubam celulares? Por que tem quem compre. O faxineiro do meu prédio (pobrezinho, mora na comunidade) sempre aparece aqui com um celular novo. Pergunta se ele comprou em uma loja, se vai pagar em 10 vezes na Casa & Vídeo ou nas Lojas Americanas. Claro que não, alguém aparece vendendo baratinho e ele compra. Assim faz o cara da farmácia com um lote de remédio baratinho ou um outro morador com um DVD baratinho. Tudo baratinho, bom, na porta de casa.
Algum deles se preocupa de onde veio aquilo? Claro que não. Morreu alguém, houve violência? Não sei e nem quero saber...
Pois é, o morador da comunidade não apóia (?) os traficantes ou bandidos, mas bem que gosta das facilidades...
Em tempo, morri numa grana pra comprar outro celular igual, mantive o número mas perdi alguns da agenda. O que revolta não é somente o valor do que foi roubado mas o fato de que aquilo, custe o quanto custe, é seu...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Roubo no bloco
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Meu problema com modinhas
Ok, confesso, tenho problema com modinhas. Taí uma coisa que me irrita, esse efeito manada que leva todo mundo a fazer alguma coisa porque todo mundo está fazendo. Claro que não sou tão radical, se gosto de uma coisa e ela vira moda, azar, continuo gostando, mas quando tem algo que todo mundo faz, vê, gosta, fala... aquilo vai me incomodando de tal forma que começo a pegar raiva pela coisa. Exemplos do que eu falo:
"Titanic" - Nunca vi esse filme, justamente porque todo mundo estava vendo
Los Hermanos - Esses eu ainda tentei ouvir, assisti parte de um show na TV, mas não deu
Lapa - Parece que o Rio de Janeiro se resumiu a um pedaço do Centro. Ninguém faz mais nada se não for lá. É a opção pra sair, chega lá e vê o que se faz, todo mundo vai. Ok, eu também vou, mas não porque é a Lapa mas porque tem algo (se tiver) que eu queira fazer ou porque alguém me chamou (com um bom convite/argumento).
"Tropa de Elite" - Vi parte do filme num DVD pirata como a maioria, fiquei curioso pra ver no cinema mas de tanto falarem, falarem, comentarem, desanimei.
Monobloco - Fui no primeiro desfile deles quando ainda era na Gávea, não achei grande coisa e nunca mais me animei pra ir. Foi superlotando, qualquer show é lotação, fui no desfile ano passado e não achei aquilo que tanto falam. Esse eu ainda tentei.
"Friends", "Lost" e outras séries americanas - Nunca achei graça em séries americanas, nem nas de humor ("Os Simpsons" não conta, os fãs de série dizem que é desenho, ok então). Não fiquei curioso pra saber como é "Lost" ou a maldita ilha deles e agora só se falam nas séries americanas e isso me dá mais vontade ainda de não vê-las. Atualmente estou vendo "24 horas" na Globo, sentei pra ver um episódio e pronto, agora quero ver o resto. Aconteceu o mesmo com "Dragonball Z" mas do desenho eu gostei mesmo.
Não vou comentar funk ou outros "estilos musicais" isso aí já tem a ver com gosto mesmo.
Ok, podem me chamar de chato agora.
Mudando de assunto, me digam como alguém faz uma faculdade de sei lá quantos anos pra fazer a "crítica" de um filme e escrever pérolas como "O longa... prende a atenção da platéia, tenha ela dente de leite ou dentadura". Está lá, no maior jornal do país, sobre o filme "Garoto Cósmico", filme brasileiro de animação. Como alguém que escreve isso tem moral pra criticar o trabalho de alguém?
Mudando de novo de assunto, o pessoal ainda tem preferido comentar no Blogger... Será que perdi tempo colocando o HaloScan?
"Titanic" - Nunca vi esse filme, justamente porque todo mundo estava vendo
Los Hermanos - Esses eu ainda tentei ouvir, assisti parte de um show na TV, mas não deu
Lapa - Parece que o Rio de Janeiro se resumiu a um pedaço do Centro. Ninguém faz mais nada se não for lá. É a opção pra sair, chega lá e vê o que se faz, todo mundo vai. Ok, eu também vou, mas não porque é a Lapa mas porque tem algo (se tiver) que eu queira fazer ou porque alguém me chamou (com um bom convite/argumento).
"Tropa de Elite" - Vi parte do filme num DVD pirata como a maioria, fiquei curioso pra ver no cinema mas de tanto falarem, falarem, comentarem, desanimei.
Monobloco - Fui no primeiro desfile deles quando ainda era na Gávea, não achei grande coisa e nunca mais me animei pra ir. Foi superlotando, qualquer show é lotação, fui no desfile ano passado e não achei aquilo que tanto falam. Esse eu ainda tentei.
"Friends", "Lost" e outras séries americanas - Nunca achei graça em séries americanas, nem nas de humor ("Os Simpsons" não conta, os fãs de série dizem que é desenho, ok então). Não fiquei curioso pra saber como é "Lost" ou a maldita ilha deles e agora só se falam nas séries americanas e isso me dá mais vontade ainda de não vê-las. Atualmente estou vendo "24 horas" na Globo, sentei pra ver um episódio e pronto, agora quero ver o resto. Aconteceu o mesmo com "Dragonball Z" mas do desenho eu gostei mesmo.
Não vou comentar funk ou outros "estilos musicais" isso aí já tem a ver com gosto mesmo.
Ok, podem me chamar de chato agora.
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Mudando de assunto, me digam como alguém faz uma faculdade de sei lá quantos anos pra fazer a "crítica" de um filme e escrever pérolas como "O longa... prende a atenção da platéia, tenha ela dente de leite ou dentadura". Está lá, no maior jornal do país, sobre o filme "Garoto Cósmico", filme brasileiro de animação. Como alguém que escreve isso tem moral pra criticar o trabalho de alguém?
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Mudando de novo de assunto, o pessoal ainda tem preferido comentar no Blogger... Será que perdi tempo colocando o HaloScan?
domingo, 27 de janeiro de 2008
Começou o Carnaval
Bom, pra alguns começou há muito tempo mas o meu só começou agora. Fui em três blocos e em um show. Se bem que eu já tinha ido em outros show de blocos de carnaval. Agora é assim, bloco de carnaval também faz show. Pelo menos eles não dependem mais de venda de camisa pra desfilar.
Desfile do Suvaco do Cristo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Maluquices
Vamos lá, todo mundo se sente um pára-raio de malucos de vez em quando, não é? Ficamos impressionados com a quantidade de pessoas malucas que nos cercam, como dizemos, os "tarja-preta" (alguns que eu conheço o são, literalmente). Minha academia parece ter uma propensão a atrair esse tipo, ou então eles ficam assim ao passarem pelo portal da insanidade.
Resolvi então fazer uma lista com as maiores maluquices que eu conheço, sem citar quem são os malucos:
4 - Uma pessoa que tem medo, ou raiva, de assobio
3 - Outra que não entra no banheiro de moleton
2 - Uma outra que tem medo de devagarinho (não se aproxime dela em câmera lenta)
1 - Alguém que tem medo de entrar sozinho na piscina por medo de... tubarão!!!
Acho que foi pouco, a memória falhou agora. E claro que não quis citar nenhuma minha pra não assustar ninguém!!
Resolvi então fazer uma lista com as maiores maluquices que eu conheço, sem citar quem são os malucos:
4 - Uma pessoa que tem medo, ou raiva, de assobio
3 - Outra que não entra no banheiro de moleton
2 - Uma outra que tem medo de devagarinho (não se aproxime dela em câmera lenta)
1 - Alguém que tem medo de entrar sozinho na piscina por medo de... tubarão!!!
Acho que foi pouco, a memória falhou agora. E claro que não quis citar nenhuma minha pra não assustar ninguém!!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Sobre a última frase
Bem, a última frase que postei aqui deu o que falar, principalmente quando a usei no meu MSN. Como prometi explicar a origem dela, aí vai. Algumas pessoas, talvez sem querer, chegaram bem perto nos comentários
Não sei se já repararam que alguns motoristas de ônibus usam panos atrás de suas cadeiras, sabe-se lá por que. A maioria desses panos possuem frases, ditados, passagens bíblicas. Uma dizia "Se sua estrela não brilha, não tente apagar a minha" e outra, a que inspirou a minha frase, "Vida longa aos meus inimigos para que eles possam assistir de pé à minha vitória". Na hora eu pensei nessa frase que disse aqui e vi que hoje ela até diz mesmo mais a mim do que a frase do motorista.
Não estou nem um pouco afim de ficar esfregando minha vitória na cara dos outros com aquele ar de "Viu? Eu consegui!". Ah, dane-se, ele que suma, que morra pra lá, eu vou me dar bem aqui e um dia vou ver que ele se ferrou (como muitas mulheres que me deram o fora e embarangaram terrivelmente).
A vitória é minha, a derrota é dele. Quando eu vencer, quero meus amigos em volta de mim e não um inimigo invejoso. Portanto, repito:
MORTE AOS MEUS INIMIGOS PARA QUE EU POSSA DANÇAR NO TÚMULO DELES!
Não sei se já repararam que alguns motoristas de ônibus usam panos atrás de suas cadeiras, sabe-se lá por que. A maioria desses panos possuem frases, ditados, passagens bíblicas. Uma dizia "Se sua estrela não brilha, não tente apagar a minha" e outra, a que inspirou a minha frase, "Vida longa aos meus inimigos para que eles possam assistir de pé à minha vitória". Na hora eu pensei nessa frase que disse aqui e vi que hoje ela até diz mesmo mais a mim do que a frase do motorista.
Não estou nem um pouco afim de ficar esfregando minha vitória na cara dos outros com aquele ar de "Viu? Eu consegui!". Ah, dane-se, ele que suma, que morra pra lá, eu vou me dar bem aqui e um dia vou ver que ele se ferrou (como muitas mulheres que me deram o fora e embarangaram terrivelmente).
A vitória é minha, a derrota é dele. Quando eu vencer, quero meus amigos em volta de mim e não um inimigo invejoso. Portanto, repito:
MORTE AOS MEUS INIMIGOS PARA QUE EU POSSA DANÇAR NO TÚMULO DELES!
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Frase do dia
(Faz tempo que não escrevo uma aqui)
"Morte aos meus inimigos para que eu possa dançar no túmulo deles!"
Daniel Almeida
Depois explico a origem dessa frase.
"Morte aos meus inimigos para que eu possa dançar no túmulo deles!"
Daniel Almeida
Depois explico a origem dessa frase.
domingo, 13 de janeiro de 2008
Meu avô

Hoje fiz essa estripulia da foto, voltando a brincar como quando era criança, aprontando de bicicleta. Quem me ensinou a fazer isso foi meu avô.
Meu pediatra, Dr Dario, dizia ser nosso avô (meu e do meu irmão) e dizia que mãe educa, pai deseduca e avô corrompe. Meu avô, seu Cadmo, nos aturava em sua casa em Realengo. Lá ele fazia estilingue pra gente (tem um do meu irmão até hoje aqui, sem a borracha), jogava vôlei e nos levava para andar de bicicleta no campinho que tinha ali perto, onde disse que andava desse jeito quando era criança.
Ele aprendeu a nadar no Rio São Francisco quando ainda morava em Alagoas nas cidades de Piranhas e Penedo. Fugiu de Lampião algumas vezes e odiava quando ouvia dizer que ele foi um herói. Veio para o Rio com 17 anos expulso pelo pai que já o achava muito velho para criá-lo. Chorou no barco vindo para cá quando se viu cercado de mar por todos os lados. Se casou com uma mulher dez anos mais velha contra a vontade da família. Fugiu do Nordeste com ela.
Não era um tipo de homem muito educado ou carinhoso no trato com as pessoas, mesmo a família, mas como ser assim se em casa ele não teve esse carinho? Criou duas filhas como lustrador de móveis no Catete e uma vez foi de lá até Realengo de bicicleta. Cuidava da casa com as próprias mãos, gostava de cachorros.
Ele partiu aos 82 anos em maio de 2001. Nas fotos ele estava andando de caiaque em Búzios aos 76 anos. O namorado da minha mãe na época, ao vê-lo nadar depois de muito tempo sem entrar na água disse "quem foi rei nunca perde a majestade".segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
A saga dos ex-BBBs
O próximo BBB nem estreou ainda e eu já estou enjoado de ouvir falar. Esse vai ser o oitavo e só se fala disso. Agora, façam as contas comigo, oito edições com uns 12, 14 participantes em cada, temos aí uns 112 ex-BBBs espalhados pelo país! Ok, sei que um deles morreu mas ainda assim é muito.
Pensem então que nesse ritmo em breve teremos milhares de ex-BBBs espalhados por aí. E o que eles vão fazer? Sindicato dos ex-BBBs? Vão querer aposentadoria ao final da edição ou quando sumirem de vez das revistas e programas de fofocas? Talvez o plano de aposentadoria inclua participação em alguma novela e capa em alguma revista de gente pelada.
Provavelmente vão ter bancada no congresso, bobear até partido político! PBBB? Imagina se, com o passar dos anos eles criem um município para viverem, com prefeitura e câmeras vigiando tudo o tempo todo, uma estátua do Pedro Bial no meio da praça. Não teria eleições pra prefeito e sim prova do líder. Essa cidade ia ficar parecendo com a do Show de Truman.
Bom, sei lá, chega de bobeira por hoje. Pra quem já está de saco cheio de ouvir falar desse programa, até que dediquei muito espaço a ele aqui.
Pensem então que nesse ritmo em breve teremos milhares de ex-BBBs espalhados por aí. E o que eles vão fazer? Sindicato dos ex-BBBs? Vão querer aposentadoria ao final da edição ou quando sumirem de vez das revistas e programas de fofocas? Talvez o plano de aposentadoria inclua participação em alguma novela e capa em alguma revista de gente pelada.
Provavelmente vão ter bancada no congresso, bobear até partido político! PBBB? Imagina se, com o passar dos anos eles criem um município para viverem, com prefeitura e câmeras vigiando tudo o tempo todo, uma estátua do Pedro Bial no meio da praça. Não teria eleições pra prefeito e sim prova do líder. Essa cidade ia ficar parecendo com a do Show de Truman.
Bom, sei lá, chega de bobeira por hoje. Pra quem já está de saco cheio de ouvir falar desse programa, até que dediquei muito espaço a ele aqui.
8002
E então 2008 começa pra mim com cara de ressaca. E olha que eu nem fico bêbado. Sol nos primeiros dias e eu de castigo em casa esperando uma entrega que só veio no meio dia de sexta-feira. Ainda saio correndo pra tentar resolver uma coisa rápida no banco (perceberam a paradoxal ironia de colocar as palavras rápida e banco na mesma frase?) que é claro, não resolvi. Aula de guitarra, passeio de barco pela orla do RJ, chuva, tédio, aborrecimento, tédio, guitarra, tédio, livro, aborrecimento, papo on-line, papo off-line, fotos no Flickr...
Agora estou começando a colocar em prática meu grande projeto para 2008. Quando estiver pronto eu conto como foi, mas nem uma palavra mais antes disso.
Agora estou começando a colocar em prática meu grande projeto para 2008. Quando estiver pronto eu conto como foi, mas nem uma palavra mais antes disso.
domingo, 6 de janeiro de 2008
A dança
Eu adorava dançar com ela, era algo diferente. Se bem que eu nunca soube dançar direito e por isso não tive muitas experiências na área, mas com ela sempre foi diferente. Me sentia bem e talvez por isso até conseguisse enganar ou realmente dançar bem.
Sentir seu corpo junto ao meu em um ritmo qualquer, o clima sensual nos envolvendo. Cada movimento sincronizado, a música nos envolvendo como lençóis em que não prestamos atenção mas sentimos a presença suave, somente compondo a cena. Nossos corpos suando levemente pelo movimento e pela proximidade do calor do outro. A textura da pele sentida através de leves toques das mãos nas costas, dos rostos colados, das mãos juntas. O cheiro dela me fazendo quase esquecer de onde estou, suas pernas tocando as minhas, envolvendo, sua boca na minha, passando pelo meu pescoço. Suas mãos segurando meus ombros com força, as minhas apertando seu corpo, acariciando suas costas, minha boca em sua orelha, beijando, mordendo, lambendo.
Sua respiração ofegante se confundindo com a música no meu ouvido, mudando meu ritmo e fazendo ela mudar o dela também. Sinto o cheiro do seu cabelo, sinto ele entre meus dedos, seguro, puxo. Suas pernas se enroscando nas minhas, sua pele morena e macia me deixando excitado, as unhas nas minhas costas, o suor se intensificando e molhando o lençol, o ritmo se alterando,se acelerando. A música se tornando orgânica, ofegante, gemidos, sussuros, beijos mordidas.
Pareço sentir sua boca em todo meu corpo, suas mãos me tocando por inteiro e eu sinto seu corpo como se estivéssemos nus, sinto seu gosto, a dança nos move como se fôssemos um só, parece que podemos nos sentir por dentro um do outro.
A dança com ela atinge um auge como um orgasmo e eu nem sei mais se consigo ouvir uma música no fundo.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Primeira noite de 2008 na Lagoa
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